all... for you

amar de verdade, sem ter medo de arriscar, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois

25.11.09

hoje

fala-me tu do amor...

24.11.09

cozinheiras...? onde?


sopa de abóbora com pesto de rúcula
embrulhos de frango com arroz de passas
mousse de açafrão, laranja e alperce.
(daqui a pouco na cozinha... com alma e fotografias, também)

ontem foi dia de cozinha na casa do luís. deixei o meu monte de testes em stand by e lá fui aprender mais umas coisitas. pela primeira vez torci o nariz à ementa... excluindo a sopa, que estava divinal, o prato de frango, pesadíssimo, cheio de cremes e de queijos, não faz nada o meu género. a sobremesa, idem idem, aspas aspas. pela primeira vez, trabalhamos como umas desalmadas. todas. e, pela primeira vez, a cozinha estava uma verdadeira mess: muita gente, muitos instrumentos sujos, ... enfim, muita confusão. e eu pensava: deixa-me escrever tudo para não me esquecer de nada porque fazer isto em casa vai ser um filme que só vou ver daqui a uns 20 anos quando não tiver mais nada que fazer.
jantamos, conversamos e acompanhamos com um vinho branco delicioso. qual era? não me lembro. sei que foi muito e era bom.
de regresso a casa, tarde e mal, foi uma aventura continuar a corrigir os testes que me esperavam. doeu um bocado...
estou cansadíssima. mas em forma.

frases



a verdadeira vida de cada um passa-se dentro da sua própria cabeça
mark twain

23.11.09

oamornãoacabasóporquenãonosvemos



gosto dos dias que começam contigo a irromper pelo meu trabalho, assim, só para me dizeres...
[o que querias dizer?]
gosto de respostas com um simmmmmmmmm carregado de mmmmms, dos desencontros no nosso eterno encontro e do telefone que passa a vida a tocar. gosto de te ouvir dizer que gostas, de explorar a melodia das tuas gargalhadas, adivinhar o teu cheiro e sentir-te mais perto quando dizes vamos ver. gosto de feitiços e mais feitiços, de imaginar os teus olhos de água a sorrir, sentir o calor de um suspiro, de ouvir o que me dizes e o que fica por dizer. gosto de aniversários, do dia 11, de beijooooooooooooooooooooooos gigantes, cheios de ooooooooooooooos, e de beijos pequeninos mas potentes.
gosto de ti e tu sabes.

22.11.09

a dream




i dreamed i could fly out in the blue over this town following you. over the trees, subways and cars, i'd try to find out who you really are
i wish i could fly out in the blue over this town following you. I'd fly over rooftops, the great boulevards, to try to find out who you really are
i wish i could fly around and around, over this town, the dirt on the ground. i'd follow your course, of doors left ajar, to try to find out who you really are.

echoes in my head...
make every whisper turn into a scream
i wish i could fly...
gosto tanto da carinha deste menino...:)

21.11.09

enchantment



estás apaixonado por mim mas ainda não sabes. andas distraído com outras coisas que procuras insistentemente só para me esquecer. e vais arrepender-te mil vezes.
mil vezes
não irá passar um dia sem que penses em mim. mil vezes por dia, todos os dias...
mil vezes
quero vê-la, dirás. é-me insuportável não poder vê-la...
mil vezes

20.11.09

frases

nada é mais inabalável no mundo do que um capricho de uma mulher

19.11.09

em branco

porque hoje não me apetece escrever nada.

18.11.09

trivialidades de uma morena (i)

uma das minhas grandes dificuldades do dia-a-dia é acordar cedo (há uma outra dificuldade que lhe dá origem e que a agrava, diáriamente, mas isso é outra conversa). a segunda dificuldade prende-se com o tempo que preciso para ligar os botõezinhos todos e começar a funcionar. um chuveiro e um bom pequeno almoço, com a casa ainda em silêncio, são fundamentais para ajudar a melhorar este início de funcionamento. mas, depois, aparece sempre outra grande dificuldade, a terceira, que me acompanha desde tenra idade: escolher a roupa que vou vestir. fico eternidades a olhar para elas dentro dos armários... sempre com esperança que me salte à vista um qualquer conjunto decente e, enquanto estou assim, normalmente sentada, ou encostada à parede, num estado de quase suspensão, passa-me em flash um diálogo (impertinente) que me acompanhou grande parte da vida
mãe, não sei que roupa hei-de vestir...
é porque tens roupa a mais. se tivesses só uma sabias sempre.

sabem?


quando for grande quero ser arguido.

16.11.09

o mar que é meu



só deus sabe quanto sinto a tua falta nestes dias... o teu sorriso, a docura desse olhar, a tua presença. sem ti os dias cansam-me e o mar revolta-se contra as minhas tentativas de o entender. são dias em que é tão difícil permanecer diante dele… dou voltas e voltas e não consigo encontrar o início que procuro nem resposta para uma qualquer pergunta.

onde começa o fim do mar?

o que quer dizer o que dizemos quando dizemos mar?

será um imenso monstro capaz de devorar qualquer coisa ou aquela onda que se desfaz em espuma aos nossos pés? será a água que cabe na palma da minha mão ou um abismo que ninguém consegue ver? dizemos tudo numa palavra ou numa só palavra escondemos tudo?

estou assim, a um passo do mar e, por vezes, nem consigo compreender o que é o mar.

talvez seja um navio naufragado, o mar, talvez sejas tu e as histórias que me contas de viagens e de guerras… talvez seja o teu cheiro a especiarias de países distantes que me trás de volta um sorriso, o brilho nos meus olhos de além mar, a luz encontrada muitos anos antes e nunca mais vista, para ir parar ao fim de um grande caminho da memória, no perfume de uma fruta que disseste só haver à beira mar, num país do sul, e que ao comê-la se sentia o sabor do sol.

sei apenas que não é possível apagar o mar quando queima na noite. o mar não tem estradas. o mar não tem explicações. agarra olhares perdidos e olhares suspensos vencidos pelo cansaço.

o mar.


good morning



and tomorrow, and the day after tomorrow, and....
did you know?